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Terapia gênica para tratar linfoma do tipo não Hodgkin é aprovada nos EUA

31 outubro 2017

Acaba de ser aprovada pela FDA (agência regulatória americana) uma nova forma de terapia que altera geneticamente células do organismo, novamente com o intuito de combater o câncer.

Desta vez alguns pacientes com linfomas do tipo não Hodgkin poderão ser beneficiados. O último tratamento aprovado do tipo é direcionado para pacientes com leucemia linfoide aguda (LLA).

A terapia consiste em uma espécie de recauchutagem de células de defesa do organismo, que tem de ser removidas da circulação em um procedimento chamado leucoforese, transformadas -ou seja, há alteração do material genético delas-, e reinseridas no paciente.

Essas células turbinadas tem uma capacidade bastante aumentada de combater as células cancerosas. O problema é que, por causa do procedimento, o paciente pode acabar morrendo por infecções que normalmente seriam efêmeras.

Segundo estimativas do Inca (Instituto Nacional do Câncer), são detectados pouco mais de 10.000 casos de linfomas não Hodgkin no Brasil todos os anos.

A sobrevida em dez anos pode chegar a 36% nos casos de maior gravidade, segundo estatísticas americanas, e a mais de 70% nos casos de melhor prognóstico.

A nova terapia, Yescarta, da Kite Pharma, foi aprovada para casos graves de linfoma não Hodgkin em que duas tentativas de quimioterapia tenham falhado.

“A aprovação traz essa nova classe de terapias com células CAR-T [com receptor antigênico quimérico] para um grupo adicional de pacientes com câncer que tinham poucas opções e que não respondiam a tratamentos anteriores”, disse em comunicado Peter Marks, diretor do Centro de Avaliação Biológica e Pesquisa da FDA.

Não há previsão da chegada da nova terapia no Brasil e o preço nos EUA será de US$ 373 mil (cerca de R$1,2 milhão). A terapia similar da Novartis para LLA custará nos EUA US$ 475 mil.

O estudo de eficácia e segurança do Yescarta foi conduzido em vários centros de pesquisas e com mais de 100 adultos com linfomas de células B grandes que estavam em um estado refratário ou reincidente. A taxa de remissão foi calculada em 51%.

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Fonte: Folha de S.Paulo/Abrale

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