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Leia os depoimentos enviados

Já não me lembro quando doei pela primeira vez. Penso que enquanto eu tiver saúde vou continuar ajudando a salvar vidas. Muita gente tem medo de doar sangue, mas não dói nada. Fico feliz depois que doo.
  Terezinha José dos Santos Silva, homenageada pela Câmara Municipal de S.J.Campos pelo "Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue"

Comecei a doar com 18 anos porque sempre quis ajudar quem está precisando. Não dá para descrever a emoção de saber que o meu sangue pode salvar a vida de alguém. Isso me motiva a continuar doando.
  Laércio Jerônimo, homenageado pela Câmara Municipal de S.J.Campos pelo "Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue"

Há 10 anos vi o sofrimento das pessoas que precisavam fazer hemodiálise e isso me tocou. Comecei a doar por querer ajudar as pessoas. Sempre que vou ao banco de sangue levo pelo menos três doadores comigo.
  José Ivan Ribeiro Júnior, homenageado pela Câmara Municipal de S.J.Campos pelo "Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue"

Coloquei a doação de sangue como uma prioridade em minha vida. É a forma que tenho de retribuir tantas graças e benção de Deus. Enquanto tiver condições e saúde continuarei doando.
  Celso Cezar Martins, homenageado pela Câmara Municipal de S.J.Campos pelo "Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue"

A primeira vez que doei sangue foi porque minha sogra precisou. Nunca mais parei. A doação se tornou um hábito em minha vida.
  Renato Monteiro Becker Filho, homenageado pela Câmara Municipal de S.J.Campos pelo "Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue"

Sou doador habitual e aconselho a todos que puderem a fazer o mesmo: doar sangue sem a necessidade de ser convocado. Muitas vidas são salvas com este gesto simples mas valoroso.
  Edilson Sanches Pontes, São José dos Campos

Muito importante para mim saber que quando estou a fazer este ato tão simples, que estou a dar vida. Não tenha medo de ajudar quem precisa. Um simples gesto pode salvar muitas vidas
  Lucília Dos Santos Esteves, Sintra, Portugal

Sou doadora de sangue desde que entrei na faculdade. Em 2005 ingressei no curso de Enfermagem, época em que me interessei em fazer a doação. Justamente naquele ano, o trote da faculdade foi um trote solidário. Os novos alunos do curso foram convidados a realizar a doação de sangue como pagamento do trote. Foi incrível. Muitas pessoas foram doar. Chegamos a lotar o centro de coleta. Desde aquela época não parei mais. Sempre que chega o período mínimo de intervalo entre as doações, já corro para o SHH. Me sinto muito feliz em poder ajudar. Fico mais satisfeita ainda quando consigo convencer algum familiar ou amigo a fazer a doação também. Há 2 anos meu irmão doa sangue junto comigo. Doar sangue é mais um ato de amor, é tão simples que as pessoas deveriam se sentir tocadas a realizar este gesto de carinho para com o próximo.
  Maísa de Araújo Silva, São José dos Campos

A história começou em janeiro de 2004 em um exame de rotina do meu filho de 9 anos. O pediatra o examinou e detectou baixa imunidade. Solicitou a presença do médico hematologista e foi detectado leucemia linfóide aguda. Até então eu não era doador de sangue e meu filho precisou de sangue. A partir daí, comecei a doar e pude sentir na pele o quanto é importante a doação. Peço a você que lê esta mensagem que seja doador de sangue e ajude a salvar vidas.
  José Aparecido Braga, Monteiro Lobato

Sou doadora de sangue há dois anos. Comecei a doar com 18 anos e sei que se podemos ajudar as pessoas mesmo se conhecê-las, fazendo a diferença. Doar sangue faz valer a pena nossa existência aqui na Terra. Não há maior satisfação do que saber que ajudamos a salvar a vida de alguém.
  Isabel Francisco de Oliveira, Paraibuna

Vou completar 20 anos este ano e já vai fazer dois anos que sou doadora. Sempre quis doar sangue. Esperei completar 18 anos e logo fui dar minha contribuição.Acho muito importante ajudar e sempre digo aos meus amigos para doarem também.
  Ana Cristina de Magalhães, São José dos Campos

Doei sangue pela primeira vez em 1983 quando servia o Exército. Desde então nao parei mais pois sei que estou salvando vidas. Acho que todo ser humano deveria deixar o egoísmo de lado e colaborar com os seus semelhantes.
  Dario Donizeti dos Santos, Pindamonhangaba

Sempre tive vontade de ser doadora mas não entendia ao certo tal necessidade. Também em minha cidade não havia um centro de doação. Um dia quando fizeram um campanha de doação em minha cidade, fui até lá, me informei e entendi a verdadeira utilidade da doação. Desde então não meço esforços em ir até São José dos Campos para doar não apenas sangue, mas sim vida. Me sinto muito mais útil por saber que estou salvando muitas pessoas. Doar sangue, com certeza, faz parte da minha vida e de minha família.
  Isabel Cristina Prado, Jacareí

Meu pai faleceu aos 39 anos. Na época foi um sufoco a procura por doadores. Eu ainda era pequena mas quando fiz 18 anos comecei a doar e não parei mais. Por coincidência descobri mais tarde que o Dia do Doador de Sangue ( 25/11) é também o meu dia de aniversário. Fazer o bem sem olhar a quem é ótimo. Sempre penso que posso estar ajudando alguém como meu pai, um pai de família amoroso que sempre foi doador também. E esta é a minha história de amor e incentivo a todos. Doar não dói mas a falta de sangue pode sim causar muita dor a famílias inteiras.
  Simone Reis, de São José dos Campos

 
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