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O primeiro registro de uma transfusão de sangue bem sucedida ocorre
na Inglaterra: o médico Richard Lower consegue fazer com que cachorros
sobrevivam à transfusão de sangue de outros cachorros.

Na Filadélfia, um médico americano, Philip Syng Physick, executa
a primeira transfusão de sangue humano, embora ele não tenha publicado
esta informação.

Na St. Georges School, em Londres, Samuel Armstrong Lane, com a ajuda do
consultor Dr. Blundell, executa com sucesso a primeira transfusão para
o tratamento da hemofilia.

Karl Landsteiner, um médico austríaco, descobre os três
primeiros grupos sanguíneos humanos, A, B e O . O quarto, AB, é
adicionado por seus colegas A. Decastello e A. Sturli, em 1902. Landsteiner recebe
o prêmio Nobel de Medicina por esta descoberta em 1930.

No Hospital Monte Sinai em Nova Iorque, Richard Lewisohn usa o citrato de
sódio como anticoagulante para transformar o procedimento da transfusão
de direto para indireto. Além disso, R. Weil demonstra a viabilidade de
armazenar o sangue refrigerado com anticoagulante. Embora isto tenha sido um grande
avanço na medicina transfusional, o uso do citrato de sódio levou
10 anos para ser aceito.

O sistema de grupo sanguíneo Rh é descoberto por Karl
Landsteiner, Alex Wiener, Philip Levine e R. E. Stetson e é logo reconhecido
como a causa da maioria das reações transfusionais. A identificação
do fator Rh, junto com o ABO, é um dos mais importantes avanços
no campo da medicina transfusional.

Inicia na doação de sangue o teste para identificar o antígeno
da Hepatite B (HbsAg).

O primeiro exame para detectar o HIV é licenciado e rapidamente implementado
nos bancos de sangue.

É introduzido o primeiro exame específico para Hepatite C, embora
o vírus da Hepatite C nunca tenha sido isolado.
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